Talvez seja assim que seria a melhor apresentação do meu eu mesmo, Escrever centenas de linhas com meus defeitos e minhas qualidades não seria o suficiente, dizer que sinto muito, pedir desculpas, retroceder o tempo esquecer qualquer momento.
Pois é eu sou assim cheio de palavras estranhas e desconhecidas, um texto sem nexo, sem começo sem fim, uma fala sem sentido. Momentos vazios, preenchidos e cobertos pelo nada, folhas de caderno do colegial riscadas e rasgadas no canto da cama. Diário de um garoto que não aprendeu a viver, não planejou seu futuro com medo do presente, não sabe o que gosta, acredita em fantasias e poesias, Tão cheio de duvidas cansado de inícios e fins.
Sou um pouco de mim, um pouco de ti, um pouco de nós, E ainda assim não sou nada!
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